Isaías foi o “rei dos
profetas”, foi digno e intrépido; sua pregação foi majestosa; suas palavras
tinham força e beleza poética. Principalmente na segunda metade a compaixão
sacerdotal marca sua pregação.
Ele claramente
descreve o Cristo: como o Rei messiânico (AT - nos capítulos 1-39); como Servo
sofredor do Senhor (NT - nos capítulos 40-66). Desta forma e com justiça Isaías
é chamado o evangelista do antigo pacto. Cerca de 400 citações aparecem no N.T.,
o próprio Jesus proferiu muitas delas, seu maior número está em Mateus.
Esta terceira sessão do livro (cap. 58-66) procura estimular a comunidade que veio do Exílio na Babilônia e se reuniu em Jerusalém com os que estavam dispersos. Prediz que o Messias vindouro fará com que a justiça brilhe com fulgor, e que a salvação chegue às nações como uma tocha ardente (cap. 62.1).




