7 de mar. de 2012

Todos Precisam de Cristo



Miquéias anunciava a paz através da vinda do Messias, esperança de Israel. O nome Miquéias significa: “quem é como o Senhor”. Um dos profetas menores nascido por volta do ano 700 a.C., que viveu durante os reinados de Jotão, Acaz e Ezequias, e teve um ministério profético que durou cerca de 50 anos em Judá. Suas mensagens são duras e de condenação. Três assuntos especiais marcaram o seu ministério:
1.      A experiência da queda de Samaria por volta do ano 722 a.C. que não mexeu com o coração do povo do Sul, de Judá;
2.      A vida sob o domínio do pecado sem sinais de arrependimento (Miquéias 3.8);
3.      A constante ameaça de invasão da Assíria que tirava a paz do povo de Israel.
Apesar desse cenário triste o profeta alimentava a esperança no coração do povo com a promessa da vinda de um novo rei (Miquéias 5.2). Esse novo rei que viria era Cristo, o ungido de Deus.  Esse novo reino seria um reino de excelência, um reino que permaneceria, um rei grande e poderoso, um rei que traria a paz. O povo precisava dessa esperança e dessa paz libertadora.

SÓ ELE PODE LIBERTAR O HOMEM DO PECADO – Miquéias 3.8; João 8.36. Ele é cheio da força do Espírito. Essa força é sobrenatural, não vem de homens, mas do próprio Espírito de Deus. O pecado é uma agressão contra o caráter de Deus e só Ele  pode perdoar.  Ele é cheio de juízo e de ânimo. O julgamento Dele é reto e perfeito. Não se compara à justiça dos homens que julgam guiados por interesses pessoais. O mundo é guiado por falsos líderes, e por falsas religiões, sem misericórdia e amor. Eles não são ouvidos quando clamam, mas o libertador que virá julgará com justiça e é cheio de amor. Ele conhece a nossa transgressão e pecado e deseja nos libertar. Só o Messias que haveria de vir poderia libertar o homem do fardo do pecado (João 8.32). ele era a promessa de Deus (Gênesis 3.15) que esmagaria a cabeça da serpente. Ele conhece as transgressões do homem e deseja libertá-lo.

SÓ ELE APONTA UM FUTURO GLORIOSO – Miquéias 4 e 5. Esta é a mensagem da Igreja (Miquéias 4.1-2). O Profeta Miquéias fala da presença do Messias no templo de Jerusalém. Aponta também para o estabelecimento da Igreja cuja mensagem é do estabelecimento do Reino de Deus na terra. A mensagem da Igreja é sempre gloriosa porque continua apontando para a segunda vinda de Cristo. O Nascimento de Jesus confirmaria este fato (Miquéias 5.1-3). Belém seria a cidade escolhida onde o Messias haveria de nascer. Ali se cumpriria a promessa.

SÓ ELE DOMINA ATÉ OS CONFINS DA TERRA – Miquéias 6 e 7. Ele quer que a Igreja compartilhe sua justiça, misericórdia e humildade (Miquéias 6.8). Deus pede que o homem pratique a justiça, ame a misericórdia e ande humildemente com Deus. O domínio do Senhor não é feito pela força como fazem as nações, mas pelo amor, misericórdia e humildade. Esses foram os instrumentos que Jesus usou em seu ministério. Essas são virtudes que Deus dá aos crentes para fazerem diferença no mundo.

SÓ ELE PODE PROMETER BENÇÃOS FUTURAS. O nosso futuro está nas mãos de Deus. Só Ele pode nos dar garantia do amanhã. Só Ele pode perdoar as transgressões do homem (Miquéias 7.18). Ele é justo, perfeito e sem pecado. É o único capaz de perdoar e esquecer a transgressão. Essa capacidade nenhum homem tem, somente Deus. Faz parte do caráter divino. Só Ele é cheio de misericórdia (Miquéias 7.18). Misericórdia é o amor colocado em prática. Só Ele é compassivo (Miquéias 7.19). Compaixão é o atributo que desperta o desejo de perdoar. Só Ele é fiel (Miquéias 7.20). A fidelidade é a garantia da promessa cumprida.

Esta é a mensagem da Igreja através dos séculos: Jesus Cristo, a paz que liberta. A Igreja precisa da mesma ousadia, coragem e compromisso do Profeta Miquéias para anunciar essa mensagem ao mundo. Precisamos voltar o nosso olhar para Jesus, a nossa esperança. Só Ele é pleno do Espírito Santo, de sabedoria, de misericórdia, de ânimo, de compaixão, e pode libertar o homem do pecado, da opressão, da injustiça, da falsidade, etc. A pergunta que nos vem ao coração agora é esta: quem poderá levar essa mensagem de libertação ao mundo? Somente a Igreja viva de Jesus Cristo. Os salvos por ele, os remidos pelo seu sangue.

6 de mar. de 2012

Informativo 04 Março 2012


Confira nosso informativo desta semana: Pastoral, Destaque, Programação, e muito mais
Clique aqui e leia em pdf
Pr. Elias Colombeli

3 de mar. de 2012

22º Aniversário

Convidamos você e sua família para participarem das comemorações de nosso 22º Aniversário como Igreja.
Dias 17 e 18 de Março
às 19h30
Av. Mário Filho, 703
Morumbi - Foz do Iguaçu.
Pastor Convidado: Walmir Vigo Gonçalves.

2 de mar. de 2012

Subiu Morto, Desceu Vivo



Em Lucas 23.33-43 lemos a história do malfeitor crucificado ao lado de Jesus. Uma coisa que temos que nos perguntar é por que ele foi condenado? Qual o crime que ele cometeu? Qual artigo da lei ele infringiu? Não sabemos, apenas sabemos que ele fez algo errado e isso o levou a condenação. O que se passava em sua mente e coração naquela hora? Será que ele estava refletindo sobre o que fez ou estava indiferente? Qual o sentimento que governava sua alma?

I. COMO ESTE LADRÃO FOI PREGADO NA CRUZ? Foi pregado na cruz morto em delitos e pecados. Ele era um “malfeitor” (v. 39), e nem ele mesmo podia mais negar sua culpa: “recebemos o que nossos feitos mereceram” (v. 41). Foi pregado na cruz na mesma condição dos demais filhos da Ira: “os malfeitores, um a direita e outro a esquerda” (v. 33). Ele foi para a cruz cheio de pecados e sem uma esperança de vida. Ele não podia mais sonhar com nada, nem desejar algo diferente. Sua vida estava terminada.

II. QUE OS SEUS OLHOS VIRAM ALÍ NA CRUZ? Viram uma multidão de zombadores que dizia: “Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Cristo, o escolhido de Deus” (v. 35). Viram algozes que se alegravam no sofrimento de um inocente: “E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre” (v.36). Viram corações que duvidavam da mensagem de Jesus: “Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo” (v. 37). Viram o pecador que nem a beira da morte pode se arrepender: “E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós” (v. 39).

III. DUAS COISAS NASCERAM EM SEU CORAÇÃO. Um arrependimento sincero: “E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez” (v.41). Uma fé sincera e segura em Cristo Jesus: “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino” (v. 42).

Mesmo tendo sido pregado naquela humilhante cruz na mesma condição dos demais filhos da Ira, na hora da morte, ele entregou seu espírito a Deus como um homem salvo pelo sangue de Jesus: “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (v. 43).

A Verdadeira Missão da Igreja



Igreja deve sempre estar com as portas abertas, deve dizer: “Venha como está”. Todos devem ser bem vindos. Devemos ser uma igreja que recebe, trata, capacita e envia ao mundo para pregar o evangelho. Devemos ser uma igreja que toca o coração das pessoas com a Palavra. A Bíblia deve ser uma fonte de prazer e respostas, não um peso na vida de quem quer seguir a Cristo. O Evangelho liberta não escraviza o homem. Devemos ser uma igreja que prega o arrependimento para salvação da alma; a busca por intimidade e dá testemunho pessoal com evidencias de que seguimos a Cristo. Em Lucas 13.22-30 vemos a verdadeira missão da Igreja consiste em:

1. EXORTAR/MOSTRAR PARA UM ALVO (v.22). Jesus andava de cidade em cidade. Jesus não esperava as pessoas, nem marcava grandes concentrações. Ele ia onde as pessoas estavam. Jesus ensinava para as pessoas a Palavra de Deus, se preciso fosse, fazia os milagres para evidenciar seus ensinos. Jesus nuca fazia reuniões de milagres, curas e libertação como acontece nos dias de hoje (Marcos 1.38). Jesus avançava para o alvo – Jerusalém, não para satisfazer a vaidades pessoais. Jerusalém era seu alvo, pois lá ele deveria morrer para salvação da humanidade (Lucas 17.11; 18.31; 19.28). Paulo tinha um alvo, ele queria chegar a presença de Deus, queria cumprir seu ministério, queria ganhar a coroa ou galardão (Filipenses 3.12ss; 2Timóteo 4.7,8). E você, para onde você está indo, qual a direção que sua vida está tomando? Podemos dar duas direções para nossa vida, podemos conduzi-la para o céu ou para o inferno.  Estabeleça um alvo em sua vida. Faça como Zaqueu que desejou ver a Jesus e para isso, subiu numa árvore. Siga para o alvo, siga para Jesus, vá em direção ao céu.

2. ADVERTIR/MOSTRAR A PORTA ESTREITA (v.23). Por que temos poucas pessoas na Igreja e os bares, os bailes, as baladas estão cheias? Por que parece tal mais fácil fazer qualquer outra coisa a buscar um relacionamento com Deus. A resposta é muito simples, é porque a porta do relacionamento com Deus é estreita e a porta do mundo é larga (Mateus 7.13,14). A porta estreita que leva a Deus é estreita porque não se pode entrar no céu com a bagagem do mundo ou do velho homem. É exigido o abandono, a renuncia, a santificação. A purificação é essencial para entrar pela porta estreita (Hebreus 12.1). A porta nunca é estreita demais que você não possa passar, mas só você, sem a bagagem do velho homem. Se tentamos carregar essa bagagem, não vamos conseguir entrar pela porta. Logo a porta exige das pessoas uma atitude que muitos não estão dispostos a tomar. Meu querido, olhe, mire, escolha a porta estreita. Mesmo que a porta larga pareça mais interessante, vá pelo caminho estreito, pois é só ele que conduz á salvação, só ele conduz à presença de Deus.

3. LEMBRAR QUE UM DIA A PORTA SE FECHARÁ (v.25). A porta para o céu está aberta, Jesus pode ser achado. Estamos no tempo de Graça, e enquanto a esse tempo durar, temos a chance de encontrar a Jesus. Deus está dando a oportunidade de ouvir e crer nele (João 10.7-9). Mas um dia a porta se fechará, o tempo da Graça acabará e começará o tempo do juízo. Assim como nos dias de Noé, que pregou o arrependimento enquanto construía a arca, mas quando ela ficou pronta, Noé parou de pregar, entrou na arca e Deus fechou a porta (Gênesis 7.16). Quando a porta se fechar, não adiantará bater, não adiantará chorar nem argumentar: “mas eu fui a Igreja; até cheguei a batizado; eu participava da ceia; eu dava o dízimo, até orava e lia a Bíblia (v.26). Simplesmente será tarde demais. Jesus vai responder (v.27). Aproveite enquanto a porta está aberta. Aproveite o tempo da graça. Aproveite enquanto Deus está oferecendo perdão e salvação.

4. MOSTRAR E FALAR A VERDADE (v.28). A Bíblia apresenta só dois destinos para a vida espiritual: céu ou inferno (Lucas 16.22ss).Não podemos omitir esta verdade, nem mudá-la, pois agindo assim, estaremos conduzindo as pessoas a perdição. Não podemos negar a Palavra e passar a oferecer outras alternativas como o Purgatório, como a Reencarnação, como a purificação através do Karma, ou a teoria do aniquilamento da alma (não haverá nem céu nem inferno). Na vida espiritual ou subimos, ou descemos. Nos humilhamos e Deus nos exaltará, ou nos exaltamos e o Senhor nos humilhará. É só duas alternativas e elas não admitem erro, depois da morte não há como voltar atrás. Mas essa é uma verdade que não atrai as pessoas. É uma verdade dura demais para alguns ouvidos e corações que não querem se submeter a vontade de Deus. Mas sendo a verdade, precisamos mostrá-la a todos.

Podemos escolher que tipo de Igreja vamos ser. Uma Igreja que cumpre a missão que Jesus nos delegou, ou uma Igreja que busca agradar aos ouvidos das pessoas. É a essência da missão da Igreja que está em jogo. Podemos escolher promover campanhas, correntes, sessões, etc., ou simplesmente pregar o puro e essencial Evangelho. Podemos decidir se alargamos a porta do inferno ou estreitamos a porta do céu. Isso mostra o foco em que a Igreja está apoiada e agindo.