Bom dia queridos leitores. Acabamos de publicar nosso informativo semanal. Boa Leitura. Se quiser pode divulgar o conteúdo do mesmo.
Em Cristo
Pr. Elias
22 de ago. de 2011
21 de ago. de 2011
19 de ago. de 2011
Natureza x Graça
O bebê busca os seios de sua mãe; é a natureza dele em ação. A mãe dispõe seu desejo e seus seios para alimentar o seu bebê; é a graça dela em ação.
A cena, que podemos ver no recato da casa e no relento da rua, é um emblema da vida.
Há a natureza (fome) e há a graça (alimento).
Vivemos entre elas, como extremos e até como opostos.
É da natureza da lei bater; a graça prefere apanhar.
Competir para vencer é da natureza; é da natureza da graça ceder.
São muitos os substantivos da natureza: justiça, vingança, competência, pressa. Não são poucos os substantivos da graça: perdão, irmandade, paz, serenidade.
A natureza extingue os fracos, que a graça fortalece.
A natureza estica; a graça afrouxa.
A natureza se escreve com números e cifrões. A graça gosta de palavras e afetos.
A natureza (se) impõe. A graça (se) oferece.
A natureza chora. A graça ri.
A natureza precisa do seu território para seguir eficientemente seu roteiro . A graça tem o seu compasso para facilitar a execução de sua música. No entanto, o leão (natureza) pode descansar no mesmo campo do cordeiro (graça). Na verdade, no colo da mãe a natureza (furiosa) e a graça (amiga) se encontram. É quem tem a força que cede. Sim, é a mãe que se inclina. E como a admiramos!
Extraído de Prazer da Palavra
18 de ago. de 2011
A Miséria que Comove e Move o Coração
Texto: Mateus 9.35-37
Introdução:
· No capítulo 8.1-4 de Mateus, vemos a narração da cura de um leproso. O texto diz que quando Jesus desceu do monte, veio um leproso, que ajoelhou-se e disse que se Jesus quisesse poderia purifica-lo. Jesus estende a mão tocou nele e disse que queria sim e ordenou a purificação que aconteceu na mesma hora. Então Jesus orienta o homem a se apresentar ao sacerdote (para atestar a cura) e oferecer uma oferta de acordo com a lei de Moisés.
1. AS CONSEQUENCIAS DA MISÉRIA
· Vejamos a situação deste homem leproso, e as consequências da sua miséria:
1. A lepra marcava a pessoa fisicamente. O inchaço e as manchas avermelhadas; o pelo que branqueava; a mancha que se aprofundava, tudo deveria ser analisado pelo sacerdote que declarava a pessoa pura ou impura, e nesse caso, a isolava da comunidade (Lev. 13.2-6).
2. A lepra marcava a pessoa socialmente. Uma vez declarada leprosa, a pessoa era isolada da comunhão da comunidade, não podia se relacionar, não podia ter contato, não podia abraçar; era uma pessoa rejeitada (Núm. 12.10-15).
3. A lepra marcava a pessoa psicologicamente. Imagine como se sentiam as pessoas dentro de si ao ver que todos a olhavam com desprezo, com repúdio, com indiferença. As feridas na alma com certeza eram maiores e mais profundas que as feridas do corpo.
4. A lepra marcava a pessoa espiritualmente. Uma vez declarada impura, a pessoa não podia participar na adoração. Não podia ir ao Tabernáculo, depois o Templo e Sinagoga. Era impedida de ter uma relação íntima com Deus dentro do sistema religioso daquela época.
· Essa situação física, social, psicológica e espiritual se configurava em miséria. Podemos dizer que este leproso era um miserável.
2. O QUE É MISERICÓRDIA
· a) Misericórdia não é olhar a miséria do outro e simplesmente dizer: “Coitadinho dele! Tomara que um dia mude de situação! Vou orar para Deus te abençoar! Misericórdia não é simplesmente sentir pena ou dó de alguém. Misericórdia é algo mais profundo.
· b) A misericórdia é entendida quando a miséria de uma pessoa toca o coração e faz com que aquele que foi tocado, aja em favor do necessitado. Misericórdia é quando o coração se compadece e sofre pela miséria que presencia.
· c) Mas Jesus se importa com aqueles que se encontram nessa condição. Jesus tocou nele, enquanto ninguém mais o tacava, Jesus falou com ele, quando ninguém mais queria fazer isso, Jesus restaurou a vida daquele homem leproso.
3. RESULTADO PRÁTICO DA MISERICÓRDIA
· a) Em Mateus 9.35-37, Jesus olhou as multidões e teve compaixão (misericórdia) delas. Observando sua realidade e observando a profundidade de suas almas, Jesus compreende que estes homens e mulheres, aflitos e cansados, se pareciam com ovelhas sem pastor.
· b) A compaixão do Senhor Jesus foi uma característica de sua vida que muito nos impressiona. Os seus milagres sempre foram engatilhados e provocados por um profundo sentimento de compaixão e misericórdia pela realidade das pessoas:
o Em compaixão pela cegueira, Jesus trazia luz aos olhos;
o Em compaixão pela paralisia nas pernas, Jesus fazia o coxo andar;
o Em compaixão pela dor da morte, Jesus chorando ressuscitou seu amigo Lázaro.
· c) Levado pela compaixão Jesus realizava milagres. Não podemos fazer os milagres de Cristo sem a compaixão de Cristo.
4. POR QUE TER MISERICÓRDIA
· a) Em Mateus 5.3-11 lemos sobre as Bem-aventuranças. No verso 7 Jesus diz: “Bem-aventurados os misericordiosos, pois alcançarão misericórdia”. Logo exercer a misericórdia é uma disposição para receber a misericórdia.
· b) Devemos nos compadecer com a miséria dos outros, pois um dia estávamos na mesma situação e Jesus teve misericórdia de nós. Ele desceu até onde estávamos, não se importou com nossa realidade, condição, estado. Ele nos amou a ponto de se fazer miserável conosco para poder transformar nossa realidade.
· c) Devemos ter misericórdia, pois só assim poderemos apresentar Jesus para as pessoas que estão vivendo na podridão deste mundo. Quando a realidade delas nos levar a agir em seu favor, abriremos uma possibilidade para Jesus salvá-las como fez conosco.
· d) Em último lugar, só poderemos fazer os milagres que Jesus fez, se nosso coração for impactado pela miséria das pessoas, assim como o coração de Jesus era impactada a tal ponto de agir para mudar a realidade em que se encontravam.
16 de ago. de 2011
CONHECER PARA TRANSFORMAR
Para viver neste mundo de modo digno, seja para sobreviver nele, seja para transformá-lo, precisamos conhecê-lo Compreenderemos o mundo observando o mundo, lendo bons livros, prestando atenção aos meios de comunicação em geral.
Se não discernirmos a mente do mundo, ela se tornará a nossa mente, quando o "tu, porém" bíblico nos pede para não nos conformarmos ao mundo. A advertência apostólica é clara.
Uma das batalhas do cristãos é a batalha pela conquista da mente das pessoas. Aquilo que a Bíblia chama de "conhecimento de Deus" (contido na Bíblia) é o padrão pelo qual todos os pensamentos devem ser julgados. Qualquer idéia que não esteja de acordo da revelação divina é vã e enganosa, porque está de acordo com os princípios deste mundo e não segundo Jesus Cristo.
Se não discernirmos a mente do mundo, ela se tornará a nossa mente, quando o "tu, porém" bíblico nos pede para não nos conformarmos ao mundo. A advertência apostólica é clara.
Uma das batalhas do cristãos é a batalha pela conquista da mente das pessoas. Aquilo que a Bíblia chama de "conhecimento de Deus" (contido na Bíblia) é o padrão pelo qual todos os pensamentos devem ser julgados. Qualquer idéia que não esteja de acordo da revelação divina é vã e enganosa, porque está de acordo com os princípios deste mundo e não segundo Jesus Cristo.
Extraído de Prazer da Palavra
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